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As coisas não andam nada bem para o prefeito de Coari, Adail Pinheiro, depois de ter dois mandados de prisão preventivas expedidos pelo Tribunal de Justiça do Amazonas, ontem de manhã suas contas exercício 2004 foram reprovadas pelo Pleno do TCE e ele ainda terá devolver aos cofres públicos o montante de R$ 2,9 milhões, entre glosa e multa.

Adail Pinheiro exerceu o cargo de prefeito e ordenador de despesas de Coari, entre o período de janeiro a maio de 2004, assumindo o cargo, José Freire de Souza Lobo, entre os meses de junho a dezembro do mesmo ano, ambos receberam multas no valor de 20 mil e glosas que juntas resultaram em mais de R$ 4,3 milhões.

De acordo com o relator do processo, o conselheiro Júlio Cabral, foram detectadas diversas irregularidades nas contas do município, entre elas a diferença de valores no balanço patrimonial, a ausência de justificativa ou formalização para o pagamento de aditivos, a falta de termo de recebimento de obras e planilhas de medições de serviços, assim como a não comprovação de beneficiamentos realizados em algumas vias de Coari.

Os dois gestores têm prazo de trinta dias para o recolhimento dos valores ou apresentar recursos.

Na mesma sessão tiveram as contas reprovadas o ex-prefeito de São Gabriel da Cachoeira, Pedro Garcia (do ano de 2009); o ex-presidente da Câmara Municipal de Coari, Lindolfo Reis Alencar (de 2007); o presidente do Instituto de Previdência de Iranduba (Imprev), Cristovão da Silva Brandão (de 2012) e ex-prefeito de Guajará, Samuel Farias de Oliveira (de 2005).


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