Manifestantes e forças de segurança se enfrentam no país. Situação é tensa. (Foto: USA Today)
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A situação de conflito no Equador, desencadeada desde o dia 3 de outubro, continua e protestos causam violência e até morte no país, especialmente na capital Quito. O país sul-americano viveu e ainda vive embates violentos. O presidente da nação, Lenín Moreno, obteve a prerrogativa de convocar forças armadas para conter as manifestações. Além disso, o governo transferiu a sede de Quito para Guayaquil, cidade litorânea mais distante do epicentro dos protestos.

A principal razão alegada para o conflito político entre parte da população e tropas do governo foi um decreto que retira os subsídios aos combustíveis, já revogado neste domingo, 14. A imprensa mundial informa que já há tratativas entre o presidente e liderança indígenas para dar fim ao conflito.

Os adventistas do sétimo dia, que somam cerca de 56 mil na região, acompanham em estado de alerta os acontecimentos. A liderança adventista convocou os fiéis a orar e a interceder para que o impasse acabe. Ao mesmo tempo, algumas medidas de segurança foram orientadas.

Palavra dos líderes

O presidente da Igreja Adventista no Equador, pastor Geovanny Izquierdo, gravou um vídeo em que pede aos membros que fiquem em suas casas até os conflitos cessarem. A ideia é evitar que se reúnam, temporariamente, nos templos adventistas por questões de segurança. “Pedimos que todas as reuniões massivas, incluindo de aventureiros e desbravadores, sejam suspensas para garantir que nada aconteça aos pequenos. Somos gente de paz e cremos que Deus pode ajudar o país a encontrar uma solução”, comentou.

Já o presidente sul-americano adventista, pastor Erton Köhler, destacou, também, o papel da oração. Ao mesmo tempo, salientou que a Igreja Adventista do Sétimo Dia não toma partido. Ele pediu aos membros serenidade, e motivou a todos para que orem e se reúnam, mesmo em pequenos grupos, para apoio mútua espiritual. “Nós cremos em milagres e sabemos que Deus está cuidando de toda a situação”, afirmou. (Com Notícias Adventistas)


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