Desembargador Hamilton Saraiva, da Primeira Câmara Criminal derrubou a decisão que concedeu domiciliar para Alejandro Molina
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Alejandro Valeiko, que se apresentou por volta das 12h10 na Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), na Zona Leste, para prestar esclarecimentos sobre a morte do engenheiro Flávio Rodrigues dos Santos, teve a prisão domiciliar revogada pelo desembargador José Hamilton Saraiva dos Santos, da Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Amazonas e decretou a prisão temporária novamente.

Ele chegou acompanhado de seus advogados Marco Aurélio Choy e Yuri Dantas. Caso não chegasse até as 13h, a prisão do suspeito seria convertida novamente em prisão temporária com prazo de 30 dias – aplicada em crimes considerados hediondos.

Choy salientou que Alejandro foi a primeira pessoa a prestar depoimento sobre o caso e que estava em tratamento de saúde, no Rio de Janeiro, por conta do vício em entorpecentes.

“O Alejandro se colocou à disposição da Justiça e ele tem o maior interesse em ter o caso do Flávio solucionado. De resto, não posso adiantar nada para não atrapalhar as investigações. Precisamos saber quem matou o Flávio”, acrescentou Marco Aurélio Choy.

Alejandro teve a prisão temporária decretada na noite da última quinta-feira (3), mas lhe foi concedido o habeas corpus de prisão domiciliar pela desembargadora plantonista Joana dos Santos Meirelles, na noite do sábado (5), mas na tarde desta segunda-feira, o desembargador Hamilton Saraiva, relator do HC, depois de analisar os autos revogou a prisão domiciliar e decretou por 30 dias a prisão temporária.

Cinco pessoas já foram presas: José Edvandro Martins de Souza Júnior, Elielton Magno de Menezes Gomes Júnior, Vittorio Del Gato, Elizeu da Paz Souza e Mayc Vinícius Teixeira Parede.

EXCLUSIVO: Cabo PM Elizeu se manteve em silêncio na maioria das perguntas formuladas a ele sobre morte do engenheiro


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