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Tiago Nunes chegou ao Corinthians com a missão de mudar o estilo de jogo da equipe, mas ainda não conseguiu mostrar resultados e, antes da pandemia, já viveu seu primeiro momento de crise no clube. Na última quinta-feira, o presidente Andrés Sanchez voltou a avaliar o trabalho do treinador.

Em entrevista ao Bandsports, o dirigente do Timão começou, de maneira irônica, falando do salário de Tiago. Na sequência, analisou o trabalho do técnico e pediu paciência, apesar dos resultados.

“O Tiago está sossegado, ganhando o que ganha por mês está sossegado. De um mês para cá não está mais porque teve que reduzir salário. O trabalho dele no dia a dia é excelente, os resultados são péssimos, ele está no Corinthians há 65 dias, e nós temos que ter mais paciência”, declarou.

Não é a primeira vez que Andrés é cobrado para demitir um treinador. Ainda em seu primeiro mandato, em 2011, o presidente manteve Tite no cargo mesmo depois da eliminação na pré-Libertadores. Este momento foi citado para justificar paciência com Tiago Nunes.

“O exemplo que dão do Tite, é o exemplo para o futebol brasileiro. A gente foi bom porque ganhou. Se eu seguro ele e não tivesse ganho o Brasileiro, ele era burro e eu mais burro e incompetente ainda. Infelizmente, às vezes você faz uma coisa errada e acerta e às vezes você faz a coisa certa e erra”, encerrou Andrés.

A primeira parte da temporada, antes da paralisação das competições, não foi boa para Tiago Nunes e seus comandados. O Corinthians caiu ainda nas fases preliminares da Libertadores e vivia situação difícil no Campeonato Paulista, com dificuldade para classificar ao mata-mata e até brigando contra o rebaixamento. (Gazeta Esportiva)


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