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A atriz Regina Duarte foi exonerada oficialmente da Secretaria de Cultura nesta madrugada de quarta-feira (10), conforme publicação do Diário Oficial da União (DOU). A informação é assinada pelo presidente e pelo ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

O anúncio de saída da atriz aconteceu no dia 20 de maio, quando Bolsonaro afirmou que Regina ganharia um cargo – que não existe – na Cinemateca de São Paulo para ficar mais próxima da família.

Presidente disse ainda que a mudança seria para o “bem” dela, em respeito ao “passado” da atriz e “por tudo o que representa para todos nós”. A atriz desistiu de um contrato de 50 anos com a TV Globo para atuar no governo federal, mas ficou apenas dois meses no cargo.

Na semana passada, a atriz fez um desabafo no Instagram sobre seu curto período na secretaria. De acordo com ela, projeto de cultura que sempre sonhou “era inviável”.

“Fui enredada num universo muito mais preocupado com Ideologias do que com Cultura”, disse. “Aceitei assustada o convite para a Missão. Aceitei por amor ao meu País, por paixão irrefreável por Arte e Cultura, por confiança no governo Bolsonaro”, continuou.

O presidente ainda não oficializou um substituto para a vaga, mas o nome mais cotado é o do ator Mário Frias. Nos últimos dias, Frias chegou a demonstrar apoio ao ministro da Educação, Abraham Weintraub.

Uma foto foi publicada pelo ator ao lado de Weintraub no dia em que o ministro prestou depoimento na Polícia Federal por sua publicação racista contra chineses. (Revista Fórum)


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