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O Reino Unido deixou oficialmente a União Europeia na última sexta-feira (31/01/2020). Os ingleses foram os primeiros a abandonar o bloco comum. Um relógio com contagem regressiva estava projetado na fachada de Downing Street, sede do governo britânico.

Durante três anos, o parlamento inglês discutiu o tema. A decisão foi fruto de um plebiscito realizado em junho de 2016, no qual a maioria da população decidiu pela separação. A vontade popular daquele momento foi enfim transformada em medida concreta pelos parlamentares em 20 de dezembro de 2019, quando o plano do primeiro-ministro, Boris Johnson, para a saída da União Europeia foi enfim aprovado – após mais de mil dias de confusão e tensão interna.

O acordo de saída foi aprovado com uma diferença de 124 votos. Na contagem, 358 parlamentares se mostraram a favor e 234, contra.

Mais cedo, o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, celebrou o divórcio. “Quaisquer que sejam os solavancos na estrada à frente, eu sei que teremos sucesso”, disse às 5 mil pessoas que assistiam à cerimônia.

A partir de agora, o foco dos britânicos será avançar nas negociações comerciais com Bruxelas, que deverão ter início em março. Após 47 anos de relacionamento com o bloco comum, o Reino Unido poderá negociar livremente acordos com outros países e se tornará também um concorrente comercial ao restante dos países europeus.

Com informações da Agência Estado.


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