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Um dia após o governador Wilson Lima (PSC) ir a Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas para leitura de sua mensagem, ele se livrou de uma dor de cabeça: o pedido de impeachment proposto pelos deputados Wilker Barretos (Podemos) e Dermilson Chagas (PP). Nesta quarta-feira (5), a Mesa Diretora da Aleam, rejeitou a representação que acusava o governador e a vice-governadora Carlos Almeida Filho, pela prática de crimes de responsabilidade e improbidade administrativa.

Na manhã desta quarta-feira, nos bastidores da Assembleia já se esperava essa decisão diante da fragilidade da peça de acusação.  A decisão da Mesa Direotra, tem como base um parecer da Procuradoria do Legislativo, que identificou “ausência de descrição precisa e clara dos fatos e não individualização das condutas dos denunciados”, em relação ao governador Wilson Limar e ao vice, Carlos Almeida.

Em seu pronunciamento na manhã desta quarta-feira, o deputado Wilker Barreto, disse na tribuna da Aleam “que um passarinho” teria lhe contado que o pedido de impeachment seria arquivado no mérito.

Apesar da Publicação ter ocorrido nesta quarta-feira (5) no Diário Eletrônico da Assembleia Legislativa do Estado, a decisão da Mesa Diretora é de terça-feira (4), dia da volta do recesso parlamentar.

O Pedido de impeachment

Os deputados estaduais Wilker Barreto (Podemos) e Dermilson Chagas (PP), ingressaram no dia 18 de dezembro de 2019, com o pedido de impeachment do governador do Amazonas, Wilson Lima, e seu vice, Carlos Almeida Filho, pela prática de crimes de responsabilidade e improbidade administrativa.

A denúncia se baseava na grave crise da saúde pública no Estado e a omissão do Governo em propor soluções para as problemáticas como a falta de medicamentos e insumos nas unidades hospitalares, ausência de equipamentos para exames e atraso de quase seis meses de salários para os profissionais terceirizados da saúde.


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