Advogado, Fernández obteve 47,8% dos votos com quase 80% das mesas apuradas. Foto: ALEJANDRO PAGNI / AFP
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Informação antecipada pelo jornal argentino Clarín e confirmada pelo O Globo assegura que, por decisão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o ministro da Cidadania, Osmar Terra, não será mais enviado para a posse de Alberto Fernández (foto em destaque) na Argentina, na terça-feira (10/12/2019)

No início de novembro, Bolsonaro anunciou que o Brasil não enviaria ninguém para a posse. Depois, no entanto, afirmou que Terra representaria o país. A vivência política do ministro na fronteira entre os dois países — Terra é gaúcho e foi prefeito de Santa Rosa — pesou para a escolha.

O ministro também morou em Buenos Aires na década de 1970, durante a ditadura militar brasileira. A tendência agora, no entanto, é que o governo brasileiro não tenha representante na cerimônia.

Bolsonaro e Fernández trocaram acusações mútuas durante a campanha eleitoral argentina. O presidente brasileiro — que torcia pela reeleição de Mauricio Macri, de centro-direita — ficou irritado quando o peronista postou, na noite de sua vitória, um post no Twitter felicitando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por seu aniversário e pedindo a sua libertação.

Lula livre
Fernández já havia visitado o ex-presidente quando ele estava preso em Curitiba. “Agora, não vou à posse de um cara que se elege falando Lula Livre, não vou”, declarou Bolsonaro na ocasião, negando-se a parabenizar o eleito.

Mas nos últimos dias, o argentino fez acenos a Bolsonaro. Na semana passada, Fernández to se reuniu com o presidente da Câmara , Rodrigo Maia (DEM-RJ), em Buenos Aires, e enviou uma mensagem de “respeito” e “apreço” ao brasileiro. (Com Metrópoles)


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