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Superintendente da Polícia Federal em Minas Gerais, o delegado Cairo Duarte prestou depoimento nesta quarta-feira no inquérito que investiga interferências políticas de Jair Bolsonaro na corporação.

Cairo relatou como foi a reunião, organizada pelo então diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, com Bolsonaro em que foram apresentadas informações sobre a investigação do caso Adélio.

Ele disse que o presidente nunca manifestou insatisfação em relação ao aprofundamento da investigação e dos resultados apresentados após o citado encontro.

“Indagado se o depoente, na condição de Superintendente da PF em Minas Gerais, era cobrado em relação ao repasse de informações do ‘caso Adélio’ para a Presidência da República, respondeu que na condição de vítima do crime ali investigado, o presidente da República, conforme relatado ao depoente pelo Dr. Rodrigo Moraes, tinha advogado constituído nos autos que acompanhava e possivelmente lhe informava do andamento das apurações; que o depoente nunca chegou a ser cobrado quanto ao repasse de informações do ‘caso Adélio’ para a Presidência da República, tampouco para o Ministério da Justiça ou a Direção Geral da PF”, disse o delegado. (Veja.com)


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