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Gazeta Esportiva – Com o gol na terça-feira, na goleada por 4 a 0 sobre o Godoy Cruz, no Allianz Parque, Miguel Borja ficou a um tento de se tornar o maior artilheiro do Palmeiras na história da Libertadores. O atacante colombiano se igualou a Tupãzinho, com 11 gols, e está a apenas um de Alex, que ocupa o topo da lista.

Na partida de ida contra o Godoy Cruz, na Argentina, Borja já havia sido importante ao marcar o gol do empate do Palmeiras e garantir ao time de Felipão a vantagem de jogar pela igualdade no duelo de volta, que aconteceu nesta terça.

Em São Paulo, o atacante colombiano voltou a aparecer, aproveitando o vacilo do goleiro Mehring, que deixou sua meta para afastar o perigo, mas acabou se chocando com o zagueiro e deixando o caminho livre para Borja empurrar para o fundo das redes.

Apesar do bom momento de Borja, um dos atletas mais criticados pela torcida do Palmeiras, o técnico Luiz Felipe Scolari não garantiu o atacante no clássico do próximo domingo, contra o Corinthians, em Itaquera, onde o Verdão tentará retomar a liderança do Campeonato Brasileiro.

“Depende da questão física. Vamos esperar amanhã, depois de amanhã para ver o que aconteceu coma alguns atletas e aí vamos estudar a situação do Borja, se é interessante para tal jogo. Vai jogar de acordo com o que tivermos pela frente, de acordo com o adversário. Foi bem, ficamos contentes com o trabalho dele nos dois jogos, ele fez o gol do empate que nos deu essa chance de jogarmos dessa forma hoje. Fez o segundo gol hoje, que nos deu muito mais tranquilidade”, disse Felipão.

Vale lembrar que ao longo de suas participações na Libertadores, o Palmeiras já contou com cinco artilheiros, e Borja está nessa seleta lista (em 2018, com 9 gols). Os outros são: Tupãzinho (em 1968, com 11 gols), Lopes (em 2001, com nove gols) e a dupla Marcinho e Washington (ambos em 2006, com cinco gols cada um).


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