Compartilhe
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

Allan Vieira Okuma, 35 anos, briga na Justiça para ter o reconhecimento da guarda da filha de 12 anos, que está no Japão. Segundo o pai, a menina foi deixada pela mãe (e ex-esposa de Allan) em um orfanato no país asiático. A mulher, que não foi localizada desde então, ainda tirou o sobrenome brasileiro do registro da filha. 

Allan viveu por 14 anos no Japão, onde manteve o casamento ao longo de um ano e teve a filha. Após a separação, retornou ao Brasil, em 2014, por motivos pessoais. Morador de Praia Grande, no litoral sul de São Paulo, ele afirma promover uma campanha de arrecadação para que a filha viaje ao Brasil. “Minha filha precisa de mim e nem sabe que eu a quero. Não tenho ideia do que a mãe disse a ela”, diz o pai ao site.

Funileiro de profissão, Allan conta que ainda tentou trazer a filha quando retornou ao Brasil, mas a ex-esposa não permitiu. “Ela não queria me dar a guarda dela. Só que, quando cheguei ao Brasil, ela mudou de ideia. Mas aí eu já não tinha mais dinheiro para trazê-la. Ficou muito mais difícil”, afirma.

Em 2017, Allan retornou ao Japão e ficou lá durante três meses. Ela conta que ficava com a filha aos finais de semana, mas perdeu o contato com ela assim que chegou no Brasil. A ex-esposa ligou para o fuzileiro perguntando se ele queria ficar com a jovem. “Disse que se eu não fosse buscar ela ia colocar minha filha para adoção, mas eu achava que isso era mentira”, conta.

Por não conseguir mais morar no Japão, devido à legislação do país asiático, Allan criou uma vaquinha virtual. A meta é arrecadar R$ 10 mil. Até o fechamento desta reportagem, já foram arrecadados 75% da quantia necessária. (Com informações de G1 e Metrópoles)


Compartilhe
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •