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O cirurgião dentista, Sinval Nogueira, candidato da chapa 3 “Renovação e trabalho por você”, à presidência do Conselho Regional de Odontologia do Amazonas, que ocorre no próximo dia 21, luta pela moralização da categoria e defende a realização do Exame de Suficiência para obterem o CRO e assim ingressar na carreira profissional. Contudo, vem enfrentando sérios problemas para homologar sua candidatura.

A atual administração do Conselho, alega que o candidato não tem tempo suficiente para concorrer a presidência, que seria de 3 anos, mas Sinval Nogueira, garante que tem é muito mais que o exigido e afirma que se for necessário ingressará na Justiça Federal para garantir sua candidatura, que é composta pelos profissionais Fabíola Abreu, Celson Seabra, Rosa Inês Ramalho e Gilberto Gimmer, como titulares, e tem na suplência Patrícia Vieira, Tadeu Brito, Josias Silva, Antônio Ilson e Guto Oliveira.

“A alegação deles não prospera. Para que eu possa ser candidato não estou apto, mas sempre me cobraram a anuidade e até na campanha passada ajudei na eleição”, disparou Sinval, afirmando que sua candidatura busca a renovação e quer apenas a democracia nas eleições do CRO, onde um grupo esta no poder há mais de 20 anos.

Sinval disse que, já ingressou com recurso junto ao Conselho Federal de Odontologia, mas como acredita que lá o resultado deverá sair apenas dois dias antes das eleições e com isso não terá tempo para agilizar a candidatura, deverá mesmo ingressar na Justiça Federal, com mandado de segurança para garantir sua participação no pleito.

Ao falar de valorização e defender o exame de suficiência, Sinval, afirma que hoje um estudante de odonto de uma universidade particular gasta em média pelos 5 anos curso cerca de R$ 100 mil e o da pública cerca de R$ 40 mil e ao chegar no mercado observa que para recuperar o investimento é pouco, acaba mudando de profissão.

“Temos caso de uma moça que deixou a odontologia para vender bolo. Não estou dizendo aqui que vender bolo é algo desmerecedor”, declarou, informando que para a Organização Mundial de Saúde, é um dentista para cada 1200, mas em Manaus esse número hoje é de um dentista para cada 400.

“Você vê esse absurdo. Isso pode causar um colapso na profissão”, disparou Sinval, afirmando que por isso defendo o exame de suficiência para que a profissão seja mais valorizada no mercado.

O candidato afirma ainda, que a prova de que a categoria está em baixa por conta da atual administração do CRO. é o concurso da Secretaria de Saúde, apenas 23 vagas para dentistas e 76 para auxiliar. “Veja só os representantes da fisioterapia foram falar com o governador e número de vagas para a área deles é bem expressiva 270, enquanto que a nossa é bem menor até que o número de auxiliares”, afirmou.


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