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Na noite de sábado (5) para domingo, o Casarão dos Fabricantes, centro comercial localizado ao lado do Mercado Central de Fortaleza, foi atingido por um incêndio de grandes proporções que fez desabar o teto do prédio histórico e destruir a estrutura interna. Comerciantes que trabalhavam no local tentam salvar produtos com o apoio do Corpo de Bombeiros.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o incêndio foi controlado ainda na noite de sábado, após três horas de chamas intensas, mas os focos remanescentes só serão totalmente eliminados em três dias. O fogo não chegou a atingir o Mercado Central e nem a Catedral Metropolitana, vizinhos do imóvel.

Os bombeiros conseguiram tirar alguns dos produtos vendidos em cerca de 200 estandes de roupas e calçados presentes no local que não foram consumidos pelo fogo e permitiram a entrada de lojistas para pegar o que for possível.

“Disseram que só vão liberar 100% depois da perícia, mas deu pra salvar algumas coisas ainda, que é essa parte da frente. Mas para lá tem muita fumaça ainda”, disse Fábio Williams, chefe de segurança do Casarão, à jornalista Gabriela Custódio, d’O Povo.

No entanto, grande parte das mercadorias foi destruída. “Ontem nós viemos para ficar olhando, sentados, chorando. É horrível pra uma filha ver sua mãe desesperada, depois de batalhar 11 anos pra ter essa loja, pra ver isso aí. Acabou tudo”, disse uma lojista.

Soldagem

As causas do incêndio ainda serão investigada. Segundo relatos de pessoas que estavam no Casarão, antes do incêndio havia uma equipe fazendo soldagem no local, o que pode ter sido o pivô da tragédia. “Nós vimos um rapaz com uma lixadeira, cortando e soldando. Nós alertamos sobre o risco, mas ele não deu conta. Meia hora depois os vigias ligaram dizendo que estava pegando fogo”, disse José Aquino Paulino, da administração do Mercado Central, ao O Povo.

“Só depois de uma perícia bem feita e de uma investigação mais detalhada é que vamos ter essa resposta”, afirmou ainda o tenente-coronel dos Bombeiros, Lino Filho.

Com informações do G1, O Povo e Revista Fórum.


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