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O pedido de impeachment apresentado contra o prefeito de Tamandaré (PE), Sérgio Hacker (PSB), no início de julho, deve ser votado na quarta-feira (5) e a perspectiva é de arquivamento.

Segundo a advogada Liana Cirne, uma das autoras do pedido, “dizem que ele [Hacker] já está comemorando, porque tem maioria na câmara e o pedido vai ser tratorado”.

“Fizemos o pedido de impeachment, Higor Araujo e eu, porque Sergio Hacker obrigou Mirtes, mãe de Miguel, a trabalhar enquanto ele estava com Covid e, depois que ela contraiu dele, a continuar trabalhando, doente. Isso é quebra de decoro: desrespeito com a dignidade humana”, pontuou a advogada.

“Ele também remunerou Mirtes, mãe de Miguel, Marta, avó de Miguel, e outra trabalhadora doméstica, através dos cofres públicos. Cerca de 200 mil desviados, inclusive do FUNDEB. Isso é prática de ato da competência do prefeito de forma ilícita. São dois fundamentos fortes”, completou.

Hacker é casado com Sari Corte Real, denunciada por abandono de incapaz que levou à morte do menino Miguel Otávio, de 5 anos, no Recife. Segundo as investigações, Sari demonstrou o dolo de abandono quando permitiu que a porta do elevador onde estava a criança se fechasse e voltado imediatamente a seu apartamento, onde estava fazendo as unhas.

PSB

Cirne ainda cobrou uma posição mais dura do PSB. “Me espanta e indigna o silêncio das lideranças partidárias sobre esse tema. João Campos, lidere essa moção de expulsão. Faça um gesto simbólico. Mostre que não há espaço na política para esse tipo de atitude!”, escreveu.


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