Prefeito Herivaneo Seixas terá que explicar ao Ministério Público o motivo da guarda na casa de sua propriedade todo o material adquirido com recursos públicos
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O prefeito de Humaitá, Herivaneo Seixas não para de aprontar desde que foi eleito para o nobre cargo de Executivo Municipal.

A mais nova patuscada administrativa do “prefeito do pé quente” – é assim que gosta de ser chamado – foi armazenar dentro da própria casa, como se fosse armazém público, mais de 800 cestas básicas, além de kits de limpeza e outros bens a serem distribuídos à população afetada pela força da enchente.

Queira ele ou não, o “prefeito do pé quente” terá que explicar ao Ministério Público e bem direitinho o motivo de guardar em sua propriedade, na casa que mora com a família, todo o material adquirido com recursos públicos.

O prefeito do pé quente terá de explicar, também, e bem direitinho, porque não distribuiu as cestas básicas às pessoas cadastradas que, só na última quarta-feira, 24, depois de ameaçarem invadir a casa do dito cujo, receberam a contribuição do governo do estado; e do vereador Jonh Auler (PMN) ir para a tribuna da Câmara Municipal de Humaitá denunciar que as cestas estavam armazenadas nas casa de Herivaneo Seixas.

Ainda que a intenção do prefeito fosse entregar as cestas básicas junto com os demais kits, não seria a casa dele o melhor ambiente para guardá-las.

Ou será que teria sido ele nomeado pelo estado depositário fiel da ajuda humanitária?

Herivaneo Seixas ainda terá de explicar ao Ministério Público, o pagamento de R$ 230 mil a empresa E. Maia de França – ME, pela compra de mil cestas básicas. Cada uma no valor de R$ 230,00, bem fora da realidade de Humaitá onde de acordo com levantamento da Associação Transparência Humaitá, uma cesta custa em média entre R$ 111,30 e R$ 112,65.


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