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A cobertura de Atenção Básica em Saúde, oferecida pela Prefeitura de Manaus, alcançou, no mês de abril, a marca de 56,6%, o melhor desempenho registrado pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) desde o mês de dezembro de 2010. Com esse percentual, a gestão do prefeito Arthur Virgílio Neto assegura acesso a serviços básicos de saúde para mais de 1,2 milhão de manauaras. As informações estão na plataforma e-Gestor AB, do Ministério da Saúde.

“Esse número só comprova aquilo que nossa gestão tem feito, ampliar ainda o acesso à saúde aos cidadãos, sobretudo diante desse delicado momento de pandemia. Ampliamos nossas unidades básicas já existentes, colocamos em funcionamento unidades móveis de saúde e contratamos mais profissionais, sem contar o hospital de campanha municipal, onde próximo inauguramos uma clínica também, que já envolve a esfera de média complexidade. Há mais a se fazer, claro, mas demos importantes passos”, destacou o prefeito.

Em janeiro deste ano, o índice de cobertura básica era de 51,47%, com seguidos aumentos nos meses seguintes, chegando a 56,6% em abril. Assim, Manaus supera capitais como Rio de Janeiro (47,89%), Alagoas (46,06%), São Luiz (45, 48%), Belém (40,79%) e Curitiba (54,26%). Além desse avanço, a plataforma registra ainda a expansão do número de equipes de Saúde da Família, que chegou a 40,78%, passando de 157 para 258 equipes.

“Esse percentual confirma a estimativa que fizemos ainda no final do ano passado, a partir de ações e investimentos na rede municipal de saúde, física e de recursos humanos, conforme as diretrizes do prefeito Arthur. Vale ressaltar que esse crescimento ocorre em meio a uma pandemia que nos forçou, inclusive, a limitar os atendimentos na rede básica para assegurar o distanciamento social e tentar conter o avanço do novo coronavírus em nossa cidade, conforme orienta o Ministério da Saúde”, ressaltou o secretário municipal de Saúde, Marcelo Magaldi.

Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar, que é a responsável por regular os planos de saúde no Brasil, indicam que em dezembro de 2019, a cobertura de saúde na rede privada era de 24% da população de Manaus, o equivalente a aproximadamente 517 mil pessoas atendidas por planos privados. Somando a pública com a privada, são mais de 80% da população assistida, ou seja, mais de 1,7 milhão de pessoas, dos 2,1 milhões de habitantes estimados na cidade.

O secretário Marcelo Magaldi lembra que outros avanços permitiram o aumento da cobertura básica de saúde, como a criação da Escola de Saúde Pública (Esap), que atua no âmbito da especialização em Saúde Pública e Programa de Residência Médica de Família e Comunidade. “A Esap contribui tanto para o incremento da cobertura da Atenção Primária à Saúde, quanto para a qualificação dos profissionais para atuação nesses serviços”, explicou.

Nos últimos meses, a Prefeitura de Manaus inaugurou ainda quatro Unidades Básicas de Saúde Móveis (UBSs Móveis), que passaram a atender as necessidades e prioridades em saúde dos cidadãos que residem em áreas de expansão da cidade e/ou de vulnerabilidade. Além disso, novas unidades de saúde, inclusive a Clínica da Família Carmen Nicolau, que dá suporte ao hospital de campanha municipal Gilberto Novaes em atendimentos a casos de Covid-19.

Ainda segundo o secretário municipal de Saúde, entre os anos de 2013 e 2019, a Semsa registrou oscilações na cobertura da Atenção Primária, em decorrência de fatores que independeram da gestão, como a demissão, sem aviso prévio, de 232 profissionais da Secretaria de Estado da Saúde (Susam), que atuavam em 21 UBSs, no final do mês de maio de 2019, e a cessão de 40 médicos do município para instituições de saúde do estado, além do fim do programa “Mais Médicos”, do governo federal.


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