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O programa de governo da coligação "Renovação e Experiência" do candidato Eduardo Braga (PMDB) caso vença as eleições de outubro foi apresentado em coletiva à imprensa na manhã desta sexta-feira em um auditório no Hotel Caesar Business, na avenida Darcy Vargas. Ladeado por sua vice, Rebecca Garcia (PP) e Francisco Praciano (PT), candidato ao senado, o ex-governador falou de suas propostas para administrar pela terceira vez o Estado do Amazonas, se for eleito, voltados para saúde, segurança, a produção agrícola, sistema habitacional, educação, gestão eficiente e um capítulo todo dedicado a mulher.

“Ao longo dos meses, este plano foi construído, mas isso não significa que é algo acabado", disse Braga, afirmando que programa de governo apresentado é um resumo de ações para melhorar Estado e para serem implantadas no período de 2015-2018, que promovem o desenvolvimento social, econômico e ambiental no Amazonas. O Programa foi elaborado por professores, mestres e doutores das universidades Federal e Estadual e de institutos de pesquisa, com a participação de profissionais extremamente qualificados de cada área envolvida e com a dedicação do grupo de trabalho responsável pela coordenação geral deste documento.

De acordo com o candidato no último período de governo (2010-2014), beneficiado pelas políticas públicas federais, o Governo do Amazonas experimentou um crescimento de 62,7% em suas receitas orçamentárias – que saltaram dos R$ 8,46 bilhões (2009) para R$ 14, 77 bilhões (2013). Mas no entanto, o fato de o governo ter tido mais dinheiro em caixa não beneficiou a população. Braga disse que setores como o da Saúde, da Segurança Pública e da Educação apresentam indicadores que apontam a piora da qualidade dos serviços prestados pelo Governo do Estado. Em outras palavras, o salto nas receitas não resultou em melhores serviços oferecidos ao povo.

“Faltou uma gestão de governo eficiente, obras como a avenida das Flores, o Prosamim, programas de educação e saúde que eu tinha no meu governo anterior foram deixadas de lado. E o problema da falta de investimento não foi falta de dinheiro ou de recursos, obras como a duplicação da AM-070, que tem financiamento do BNDES, estão há quatro anos paradas, não andou. Isso é um problema de gestão,” disparou Eduardo.

Ao falar de segurança, Braga, disse que o programna Ronda no Bairro, é um bom programa, mas com problemas de gestão tanto na capital como no interior e tem a percepção de levar para a comunidade a prevenção ao crime. Mas para fazer isso precisa fazer é preciso ter controle, fiscalização, planejamento, estratégia, cobrança, números estatisticos e essas questões não fora implementadas da forma como deveriam.

De acordo com Eduardo, o programa cresceu tanto ao ponto de que dos 6 mil homens da Polícia Militar em Manaus, 4500 estão empregados no Ronda no Bairro e as outras forças da polícia foram negligenciados e como o programa não tem uma gestão eficaz fica comprometida toda ação da PM. "Assim foi no interior do estado onde ele foi implatado, as viaturas não tiveram manutenção e um plano de logistitca’, acrescentou.

Rebecca Garcia, vice-governador na chapa de Braga, mostrou entusiasmo com o prograna de governo que tem uma parte dedicada a mulher como um dos pilares. "Só colocamos aqui o que é possivel. Muitas vezes o ideal não é possivel. Queremos apresentar a sociedade um ponto de equilibrio entre o ideal e oi possível", disse a deputada, afirmando que nunca iriam apresentar a sociedade o que não poderiam entregar no futuro.

A vice ao começar a falar disse que falaria da mulher. “Um grande problema do nosso Estado, que vamos buscar solucionar, são as altas taxas de mortalidade pós-parto, e também o problema do câncer de colo no útero, causados pelas falhas na gestão, que fizeram com que exames prévios que são realizados no interior não alcançassem a meta".


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