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FAMOSIDADES – Gustavo Correa, o cunhado de Ana Hickmann, usou as redes sociais, nesta segunda-feira (12), para revelar que irá a julgamento novamente. O parente da apresentadora contou que recebeu o apoio de Jair Bolsonaro após matar um rapaz que invadiu o quarto da famosa para tentar tirar sua vida em maio de 2016.

“Antes que haters da rede social ou pessoas que não gostam do presidente Bolsonaro venham destilar seu ódio nos comentários, saibam diferenciar instinto de sobrevivência de política. Ficaria agradecido se fosse qualquer outro presidente também. De novo, dia 10/9, terei que provar o óbvio, agora para três desembargadores no TJ. Mais desgaste mental, físico, emocional e financeiro para mim e meus familiares”, escreveu na legenda da foto de uma reportagem sobre o apoio do presidente.

Sem papas na língua, o irmão de Alexandre Correa afirmou que não se arrepende de seu ato. “Digo isso desde o dia do fato: faria tudo de novo, pois quando não se tem opção não se pode fazer diferente. Defendo com veemência que, quando alguém entra armado em sua residência, em especial, com clara intenção de matar a todos os presentes, que você tenha todo o direito de reagir de qualquer forma, ainda mais quando a arma não é sua, como foi meu caso”, explicou.

E continuou: “ Já provei para a polícia e para a juíza, que me inocentou, o porquê dos tiros na nuca, fazendo questão de reconstruir a cena dentro do próprio quarto com a presença desse promotor, que por acaso não apareceu no dia e sequer enviou alguém do ministério público para acompanhar. Três tiros? Quem controla isso depois de 25 minutos entre tortura psicológica, luta corporal e dois tiros disparados pelo agressor com clara intenção de matar a todos. Sigo acreditando na justiça e esperando que esse dilema se encerre no próximo dia 10”.

Vale lembrar que Gustavo desarmou e atirou em Rodrigo Augusta de Pádua, após o rapaz invadir o quarto de hotel, em Belo Horizonte, Minas Gerais, onde estava sua esposa, Giovana, e Ana. Na ocasião, o criminoso chegou a acertar um tipo na companheira do cunhado da loira.

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Antes que haters da rede social ou pessoas que não gostam do presidente Bolsonaro venham destilar seu ódio nos comentários, saibam diferenciar instinto de sobrevivência de política. Ficaria agradecido se fosse qq outro presidente também. De novo, dia 10/9, terei que provar o óbvio, agora para 3 desembargadores no TJ. Mais desgaste mental, físico, emocional e financeiro para mim e meus familiares. Digo isso desde o dia do fato: faria tudo de novo, pois qdo não se tem opção não se pode fazer diferente. Defendo com veemência que, quando alguém entra armado em sua residência, em especial, com clara intenção de matar a todos os presentes, que vc tenha o direito de reagir de qq forma, ainda mais quando a arma não é sua, como foi meu caso. Já provei para a polícia e para a juíza, que me inocentou, o porquê dos tiros na nuca, fazendo questão de reconstruir a cena dentro do próprio quarto com a presença desse promotor, que por acaso não apareceu no dia e sequer enviou alguém do ministério público para acompanhar. 3 tiros? Quem controla isso depois de 25 minutos entre tortura psicológica, luta corporal e dois tiros disparados pelo agressor com clara intenção de matar a todos. Sigo acreditando na justiça e esperando que esse dilema se encerre no próximo dia 10.

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