O coordenador da força-tarefa Lava Lato, o procurador da República Deltan Dallagnol
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O CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público), que fiscaliza a atividade de procuradores e promotores do país, rachou em relação a eventual investigação contra Deltan Dallagnol, da Operação Lava Jato.

Depois da revelação, pelo site The Intercept Brasil, de conversas de Dallagnol com o ex-juiz Sergio Moro, conselheiros tiveram intensa discussão em grupos de WhatsApp.

Dos 14 integrantes do órgão, 4 encaminharam pedido para que a corregedoria investigue o procurador. Dois deles foram indicados para o CNMP pelo Congresso e dois pela OAB.

Para eles, Dallagnol armou uma estratégia para permanecer com o processo do tríplex, que envolve Lula. Ele teria ferido o princípio do promotor natural, que o proibiria de escolher os casos que quer investigar.

Já no grupo dos oito integrantes que representam Ministérios Públicos estaduais e da União, poucos se mostraram favoráveis a uma averiguação. A maioria preferiu ficar em silêncio.


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