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Tudo indica que a via crucis do ex-governador José Melo está longe de terminar.

Depois de ter o mandato  de governador do Amazonas cassado por compra de votos e ser de ser execrado publicamente e trancafiado em uma das celas frias do Centro de Detenção Provisória de Manaus (CDPM),  Melinho é tratado pela sociedade um ser abjeto, sem direito, sequer, de ter uma conta bancária para recebimento de sua aposentadoria.

Ano passado, por exemplo, o ex-governador, que ainda cumpre prisão em regime semiaberto, foi comunicado pelo Bradesco de que a conta corrente nº 260946, agência 938, e a conta corrente nº 268, agência 3739, seriam encerradas.

José Melo recorreu e conseguiu que a conta fosse mantida.

De acordo com informações dos autos do processo, o não cumprimento implicaria em multa de R$ 1.000,00 por dia.

O Bradesco, no entanto, entrou com nova ação e, ganhou.

No dia 26 de agosto deste ano, a Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas, por unanimidade de votos, cassar a decisão agravada em favor de José Melo com provimento ao recurso nos termos do voto do Relator, desembargador João de Jesus Abdala Simões.

Decisão


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