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Há questões pertinentes, que podem causar interrogações múltiplas nos espíritos mais aguçados, assim como nos mais simples.

Na imensidão do Estado do Amazonas – banhada por rios imensos, um mundo de afluentes, braços de rios, paranás, furos, lagos… – há municípios em lugares longínquos, os mais remotos; os quais não têm seus únicos acessos através desse mundo de águas calculados nem mesmo pelos sistemas de navegação mais modernos, como: Coari, Tefé, Alvarães, Uarini, Porto Braga, Fonte Boa, Santo Antônio do Içá, Tonantins… Envira (já “perto” da fronteira do Acre); Tarauacá, Feijó (estes dois já no Estado do Acre); para onde (entre outros) nós enviávamos rebocadores equipados (segundo regras rigorosas da Capitania dos Portos – Manaus – AM) rebocando balsas com diesel, gasolina, álcool etanol, gás… em verdadeiras expedições, aventuras que causariam inveja até mesmo ao herói Ulisses (do poema épico Odisseia escrito pelo poeta grego Homero) através do grandioso rio Amazonas. …

Como é que esse coronavírus (além da mediatização) poderia ter sido levado até essas localidades nos confins do “Planeta Amazônico”?

– Por David Fernández

 


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