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Temas recorrentes nos dois mandatos da deputada estadual Alessandra Campêlo (MDB), a defesa das mulheres e a luta por políticas públicas para as pessoas idosas também estão no conjunto das emendas apresentadas pela parlamentar à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO 2020). No total, Alessandra sugeriu 11 emendas no qual são beneficiados diferentes segmentos sociais. A votação da LDO acontece na próxima sexta-feira, 12 de julho, na Assembleia Legislativa do Amazonas.

A primeira emenda aditiva de Alessandra trata da destinação de recursos orçamentários para ampliação do atendimento às mulheres vítimas de violência com a criação de Delegacias Especializadas da Mulher. A ideia da deputada, que preside a Comissão da Mulher da Casa, é que inicialmente os grandes municípios, como Manacapuru, Itacoatiara, Parintins, Coari, Tefé, Tabatinga e São Gabriel da Cachoeira, tenham suas próprias delegacias da mulher para atender, inclusive, as demandas das cidades do entorno.

Ainda em relação à pauta das mulheres, a deputada está sugerindo na LDO a criação de um programa educativo nas escolas estaduais sobre a Lei Maria da Penha, além do apoio governamental a projetos e atividades que visem à autonomia econômica, geração de trabalho e renda e empoderamento das mulheres no Estado.

Sobre os idosos, Alessandra está sugerindo na Lei de Diretrizes Orçamentárias a alocação de recursos para a efetivação de políticas públicas para as pessoas idosas no Estado, conforme prevê a Política Nacional do Idoso (Lei Federal n° 8.842/1994).

Durante a sessão desta quarta-feira, 10, mais 200 idosos de diferentes grupos da capital estiveram na Assembleia Legislativa fazendo pressão pela reativação de ações, projetos e programas voltados ao segmento. Alessandra conversou com os grupos e reafirmou seu apoio e seu voto a favor das causas dos idosos.

Um dos pleitos defendidos pelo Fórum Permanente do Idoso (Fopi) é a reativação urgente do Projeto Vidativa, que oferecia atendimento multidisciplinar, além de cursos da capacitação e atividades esportivas e culturais para milhares de idosos no Estado. O programa foi descaracterizado e sucateado desde a administração do ex-governador José Melo, que foi cassado por compra de votos, e posteriormente substituído por David Almeida e Amazonino Mendes. O Vidativa foi encerrado na administração anterior, por falta de recursos no orçamento.


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