Foto: Divulgação
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A deputada estadual Alessandra Campêlo (MDB) participou na quinta-feira (05), da primeira reunião da Frente Parlamentar em Combate à Violência Contra a Mulher, ao Feminicídio e aos Relacionamentos Abusivos. Com o tema “políticas de acolhimento a vítimas e seus familiares”, o encontro foi realizado no auditório Teotônio Vilela, na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Principal defensora das pautas femininas no Estado, Alessandra é presidente da Comissão da Mulher, da Família e do Idoso da Assembleia Legislativa do Amazonas e também tem assento nos debates nacionais sobre o tema. A deputada é secretária nacional de Mulheres da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale) e integra a Executiva Nacional do MDB Mulher.

Segundo a deputada Alessandra, a frente parlamentar que se reuniu em São Paulo tem o objetivo de fomentar políticas públicas para mulheres vítimas de violência e seus familiares. A mesa do evento foi composta por parlamentares e mulheres de diferentes segmentos que debateram sobre o aumento das estatísticas de violência no país. Os participantes e as participantes da reunião também trocaram experiências sobre projetos de lei e iniciativas para ampliação da rede de proteção às mulheres.

“É sempre importante participar desses encontros porque fazemos o intercâmbio das experiências legislativas dos outros estados e trazemos esse aprendizado para ser aplicado na nossa realidade, com foco em avanços nas pautas de interesse das mulheres”, disse a vice-presidente da Assembleia do Amazonas.

Tragédia familiar vira luta política

Criada este ano, a Parlamentar em Combate à Violência Contra a Mulher, ao Feminicídio e aos Relacionamentos Abusivos é presidida pelo deputado estadual Márcio Nakashima (PDT-SP), advogado e irmão de Mércia Nakashima, vítima de feminicídio em maio de 2010, na represa de Nazaré Paulista, interior de São Paulo. Ela também era advogada e foi assassinada pelo colega de trabalho e ex-namorado, Mizael Bispo de Souza, condenado em júri popular a 22 anos e 8 meses de prisão.


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