De acordo com as investigações, a empresa criada por parentes do Delegado Pablo (PSL-AM) teria recebido R$ 1,2 milhão para plantar mudas
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Segundo a Polícia Federal, o deputado Delegado Pablo (PSL-AM) usou mãe e irmão como “laranjas” a partir de 2012 para fechar acordo com o consórcio Engevix-Encalso-Kallas, responsável pela reforma do paisagismo do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes. 

O deputado, policial federal, foi nomeado coordenador de segurança em Grandes Eventos em 2012, e deveria atuar durante a Copa e a Olimpíada. Na mesma época, sua mãe e irmão criaram empresa que receberia R$ 1,2 milhão para plantar mudas no aeroporto.

Segundo o Painel da Folha de S.Paulo, a investigação aponta que o deputado comandava a empresa sozinho, o que é vedado a um policial federal. Além disso, o serviço pago não foi concluído e os custos com fornecedores não chegaram a 10% do que foi pago pelo consórcio.

Bens Bloqueados

No mês passado, a Justiça Federal no Amazonas determinou o bloqueio de bens do deputado federal Delegado Pablo (PSL), licenciado da corporação, que foi um dos alvos da “Operação Seronato”, deflagrada em maio pela Polícia Federal para investigar possíveis práticas de crimes como corrupção passiva, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. O inquérito também cita investigação da “Operação Udyat”, que apura crimes como corrupção e violação de sigilo funcional.

Na decisão, o juiz Marllon Souza, da 2ª Vara Federal,determinou o sequestro de um imóvel localizado na Av. Efigênio Sales e outro na Av. Jufari.


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