Compartilhe
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo, de acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS). As doenças do coração vitimam 17,3 milhões de pessoas ao redor do mundo todos os anos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Somente no Brasil são 300 mil casos. Comemorada no dia 29 de setembro, a data tem por objetivo alertar e conscientizar a população sobre a importância de manter hábitos saudáveis e preservar a saúde do coração.

De acordo com o cardiologista do Hapvida Saúde, Luiz Saraiva, as doenças cardiovasculares, principalmente a isquemia, ainda permanecem como a principal causa de morte. “A doença cardiovascular com maior prevalência, sem dúvida, é a doença isquêmica do coração, doença do entupimento das artérias, que em estágio avançado pode levar ao infarto, que significa a paralisação repentina de suprimento de sangue ao músculo cardíaco”, afirma o médico.

O especialista alerta para os vários hábitos que podem estar associados à ocorrência de infarto, entres eles destacam-se o tabagismo, sedentarismo e alimentação inadequada, decorrentes da ingestão excessiva de gorduras.

Prevenção

Segundo a OMS, 80% dos casos de ataques cardíacos e infartos prematuros podem ser evitados se ações preventivas forem adotadas. Apesar desse número alarmante, o cardiologista alerta que existem diversas formas de evitar e preservar a saúde do coração. 

“A completa extinção de hábitos maléficos, como tabagismo, sedentarismo e alimentação contribuem com parcela significativa para a prevenção da saúde do coração”, explica Saraiva.

O médico alerta ainda que para pacientes hipertensos e diabéticos, o adequado controle dessas doenças deve ser alvo primordial no tratamento. “Lembrar que pessoas com história familiar de doença do coração tem mais chances de desenvolver essa doença e dessa forma devem ser mais vigilantes em relação ao hábito de vida adequado”, pondera.

Orientações

Para combater as principais doenças que afetam o coração, o cardiologista recomenda a prática de atividades físicas aliada a uma alimentação balanceada, com baixa concentração de sódio e açúcar, além de acompanhamento médico e nutricional. Alguns fatores de risco são determinantes para a ocorrência das doenças, tais como diabetes, hipertensão, tabagismo, estresse, obesidade, doença da tireoide, colesterol alto e histórico familiar.

“Pratique exercícios físicos. Se for sedentário, procure primeiro o seu cardiologista para realizar um check up. Largue imediatamente o cigarro; mantenha uma alimentação equilibrada, costumamos chamar isso de reeducação alimentar e não regime. Afaste-se de ambientes que  levem ao estresse intenso, pois sabemos que esses podem antecipar eventos adversos, como o infarto. E, por último, aprenda a ser feliz com hábitos saudáveis”, destaca Saraiva.

Para auxiliar na reeducação alimentar, o Ministério da Saúde disponibiliza a Dieta Cardioprotetora Brasileira, que pode orientar em relação ao consumo adequado dos alimentos. A cartilha é organizada por cores, onde os alimentos nas categorias verde (consumir em maior quantidade), amarela (consumir com moderação) e azul (consumir em menor quantidade), além da categoria vermelha (evitar o consumo).


Compartilhe
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •