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Gazeta Esportiva – Fernando Diniz esteve no comando de Athetico-PR e Fluminense antes de chegar ao São Paulo. Apesar dos elogios pela postura adotada por suas equipes, a ausência de resultados custou o emprego do treinador nas duas ocasiões. Com um início promissor no São Paulo, Diniz fez uma reflexão da maneira como o futebol é analisado no Brasil.

“Trabalho está sendo muito bom, como foi no Atlético. No atlético em um mês eu estava no céu, no outro no inferno, assim que a gente costuma analisar o trabalho aqui no Brasil. No Fluminense, o trabalho foi bem avaliado, mas os resultados não estavam vindo, e aqui (no São Paulo) está sendo bom, como foi nos outros clubes, mas está vindo resultado. Ter jogadores como Daniel Alves, Hernanes, Pato, jogadores dessa qualidade, ajuda”, comentou.

“Quando a gente fala de trabalho, a gente não pode avaliar o resultado do final do jogo só. Quando a gente for avaliar alguém, não analisa jogador se ele fez ou perdeu o gol. Tem jogador que perde gol, mas tem todo o gesto de quem sabe fazer. Às vezes a gente acaba avaliando os trabalhos pelos resultados apenas. Temos de procurar avançar nesse sentido”, completou.

Para colocar sua estratégia em prática e bem executada, Fernando Diniz conta com um elenco recheado de jogadores renomados, de técnica apurada. Sua missão é extrair o máximo desse grupo, que segundo o técnico, é o segredo para o sucesso do São Paulo.

“Um time não se constrói apenas com onze titulares, prova disso é que mudamos o time várias vezes desde quando eu cheguei, ficando com jogadores importantes do lado de fora, e nosso rendimento não oscilou. O elenco é forte a agente tem muito mais que onze titulares”, explicou, antes de citar Arboleda e Igor Gomes como exemplos.

“O Arboleda vem tendo uma regularidade na parte defensiva impressionante. No jogo passado ele foi decisivo no ataque, no (domingo) quando foi solicitado ele foi bem em todos os lances”.

“Quanto ao Igor Gomes, é um jogador que desde quando eu cheguei me chamou a atenção, não só pela parte técnica e tática, mas também a maneira de como ele se relaciona com a vida e com o mundo. É um jogador diferenciado não só dentro do campo, mas fora dele também”.


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