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Com as recentes quedas na cotação, em meio a um cenário mais positivo, tanto no Brasil quanto internacionalmente, a moeda americana, que chegou a ter seu pico histórico nominal, quando não se desconta a inflação, há menos de um mês, em 14 de maio, a R$ 5,9718, fechou o pregão de segunda-feira, 8, no menor valor em quase três meses, R$ 4,8544. É mais de R$ 1 de desvalorização da moeda estrangeira. 

Mesmo com a leve alta desta terça, a moeda estrangeira ainda tem uma queda de mais de 15$ nos últimos 30 dias e um recuo de quase 10% no mês. De acrodo com levantamento realizado pelo Estadão/Broadcast, o dólar turismo é negociado nas casas de câmbio perto de R$ 5,05. 

Mercados internacionais 

As Bolsas da Ásia fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira, 9, sustentadas ainda pela percepção de que a economia global poderá se recuperar do choque do coronavírus de forma mais rápida do que se imaginava. 

As Bolsas europeias tiveram um início de manhã com oscilação nesta terça-feira, 9, à medida que investidores continuam avaliando o ritmo da recuperação econômica após o choque do coronavírus. Porém, os mercados acionários do velho continente reduziram perdas após a divulgação da terceira leitura do Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro, que encolheu 3,6% no primeiro trimestre ante os três meses anteriores, menos do que estimado anteriormente (-3,8%). (Estadão)


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