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O dólar iniciou as negociações desta quinta-feira, 4, em queda, de cerca superior a 1%, cotado a R$ 5,0266, em uma semana marcada por recuos relevantes da moeda americana. Na segunda-feira, por exemplo, a cotação chegou a atingir R$ 5,4194 e, na quarta-feira, já fechava em R$ 5,09. Nesta semana, também, houve um bom ritmo de otimismo nos mercados internacionais, o que influencia o mercado local. 

Outro ponto que pode ser destacado neste cenário é uma percepção de que os investidores haviam ido longe demais (“overshooting”), como explica o colunista do Estadão Celso Ming. As contas externas, diz, não estão em perigo e o País não está afundado em dívida externa. Logo, os ativos de risco voltaram a ser atrativos e exportadores e investidores voltaram a trazer seus dólares. Isso provocou um recuo de 13,4% na cotação desde março. 

Março, inclusive, foi o mês em que o dólar atingiu pela primeira vez, de maneira nominal, quando não se desconta a inflação, o patamar de R$ 5, e, em 14 de maio, chegou a custar R$ 5,9718, o recorde nominal. Nas casas de câmbio, o dólar turismo ultrapassou, por um determinado período, a barreira de R$ 6,20. 

Mercados Internacionais 

As Bolsas da Ásia fecharam majoritariamente em alta nesta quinta-feira, 4, dando continuidade ao movimento dos três pregões anteriores, ainda sustentadas por otimismo em relação ao processo de reabertura econômica após o choque do coronavírus e por expectativas de estímulos adicionais. 

As Bolsas da Europa abriram em baixa nesta quinta-feira, após acumularem ganhos nos três pregões anteriores em meio ao otimismo gerado pelo gradual processo de reabertura econômica após o choque da pandemia de coronavírus. (Estadão)


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