Agentes da PF e fiscais da Receita Federal estiveram no Big Amigão (Fotos Alexandre Eudogio - Montagem Fato Amazônico)
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O empresário Cristiano da Silva Cordeiro, proprietário do Supermercado Big Amigão, condenado pela Justiça Federal a 92 anos e quatro meses de reclusão, por envolvimento na Operação Saúva, deflagrada em 2006 pela Polícia Federal em Manaus; e que prendeu 30 pessoas suspeitas de um esquema de fraude a licitações, voltou nesta terça-feira (30) a ser alvo de uma ação da PF.

Desta vez, Cristiano Cordeiro foi preso na Operação Sangria, em Manaus. A ação investiga a suspeita de fraudes de superfaturamento na compra de ventiladores mecânicos hospitalares pela empresa de vinho FJAP Importadora.

Agentes da Polícia Federal e fiscais da Receita estiveram pela manhã em um dos supermercados de Cristiano Cordeiro, localizado na Avenida das Torres esquina com a Avenida Nathan Xavier de Albuquerque, na Zona Norte de Manaus, onde apreenderam computadores e vários objetos.

O nome de Cristiano Cordeiro apareceu nas investigações depois que o empresário Fábio José Antunes Passos, dono da FJAP Importadora, disse em depoimento na CPI da Saúde, que emprestou o dinheiro do dono do Big Amigão para comprar os 28 respiradores vendidos ao Governo do Estado por R$ 2,9 milhões.

Nas investigações da Operação Sangria a Polícia Federal identificou que a verba pública federal transferida à empresa FJAP Importadora foi remetida para uma conta bancária no exterior.


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