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Gestores, pedagogos e assessores pedagógicos de escolas da rede municipal de ensino de Manaus participaram na quinta-feira, 4/7, de um encontro para orientações sobre a primeira avaliação diagnóstica formativa para alunos dos 1º e 2º anos, do ensino fundamental, que fazem parte do Programa Mais Alfabetização. A ação aconteceu no auditório da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), na avenida Maceió, zona Centro-Sul. Serão avaliados 42,2 mil alunos de 264 escolas da Secretaria Municipal de Educação (Semed).

O Mais Alfabetização é um programa do Ministério da Educação (MEC) criado para fortalecer e apoiar as unidades escolares no processo de alfabetização dos estudantes regularmente matriculados nos 1º e 2º anos do ensino fundamental. Na Secretaria Municipal de Educação (Semed), o programa é coordenado pela Divisão de Apoio à Gestão Escolar (Dage), e articulado pelas divisões de Ensino Fundamental (DEF), de Avaliação e Monitoramento (DAM) e de Desenvolvimento Profissional do Magistério (DDPM).

Neste ano, a avaliação diagnóstica formativa acontecerá em dois dias. Na próxima quarta-feira, 10/7, será de Língua Portuguesa e quinta-feira, 11/07, de Matemática. Até o final de 2019, estes estudantes passarão por mais duas avaliações, sendo uma de fluência, que é de leitura, e outra somativa, que analisa o resultado de aprendizagem dos discentes.

A subsecretária de Gestão Educacional da Semed, Euzeni Araújo, participou da ação e falou da importância das escolas aderirem ao programa para que o professor receba o suporte do assistente em sala de aula. “A Semed estabeleceu algumas metas para o 1º e 2º ano, uma delas é alfabetizar nossos alunos na idade certa e o programa é um grande colaborador para as nossas ações, para que de fato a gente consiga alcançar um bom resultado”, comentou a subsecretária

Em 2019, o programa conta com um total de 800 assistentes participantes. Todos são universitários dos cursos de Pedagogia ou Licenciatura em Português e Matemática e atuam, junto com o professor de sala de aula da rede, na elaboração do planejamento e execução das atividades. “O papel do assistente é muito importante nesse processo. Ele participa de todas as atividades e, no momento que o professor precisa ficar com os alunos com dificuldade, o assistente continua o conteúdo programado com os estudantes com nível avançado”, explicou  a chefe da Dage, Jussara Marques.

Na escola municipal Maria Pereira Campos, no bairro Colônia Santo Antônio, zona Norte, 5 turmas do 1º ano, cada uma com aproximadamente 20 alunos, participarão das avaliações. A pedagoga da unidade, Irineude do Vale, explicou como funciona o programa na unidade de ensino. “Nós recebemos esse ano duas assistentes, então uma atenderá duas turmas e a outra três. As aulas acontecem todos os dias com uma hora de duração. Ano passado, de quase 100 alunos, somente dois alunos não conseguiram alcançar o objetivo. Então, o programa é uma grande ajuda para os professores que podem dar mais atenção aos alunos que estão realmente precisando”, mencionou a educadora.


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