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Em audiência pública realizada na manhã desta quarta-feira pela Comissão de Obras, Patrimônio e Serviços Públicos da Assembleia Legislativa do Amazonas (Cpsp/Aleam) no miniauditório Beth Azize, representantes dos servidores da Polícia Civil, argumentaram que a classe não foi inserida corretamente no contexto do Ronda no Bairro, pois com o sucesso do programa, houve aumento de ocorrências policiais e a criação de novos Distritos Integrados de Polícia (DIP’s), o que sobrecarregou e redistribuiu os servidores, já que não houve concurso para a Polícia Civil.

“Apesar dos tantos investimentos feitos na área da segurança pública, a Polícia Civil ainda sofre com algumas mazelas que precisam ser sanadas. Existe a necessidade de mais servidores, como escrivães e peritos, estes últimos fundamentais na elucidação de crimes materiais (que exigem um resultado) e representam cerca de 80% da demanda policial do Estado”, defendem os representantes.

De acordo com o presidente da Comissão, deputado estadual Marco Antônio Chico Preto (PMN), a audiência teve o intuito de discutir a necessidade de um concurso público, assim como investimentos em perícia técnica e o funcionamento do Ronda no Bairro.

O delegado Luciano Tavares, representante da Secretaria Executiva Adjunta do programa Ronda no Bairro, afirmou que os policiais civis foram inseridos no contexto do programa, mas reconheceu a necessidade do aumento do efetivo na atuação do Ronda no Bairro. “Os policiais civis estão na base da atuação do programa e o governo já estuda a realização de um concurso público para aumentar e melhorar a participação destes servidores, visando um melhor desempenho no programa”, declarou.

A audiência reuniu representantes das entidades de classe dos servidores da Polícia Civil, da Secretaria de Segurança Pública e da Secretaria Executiva Adjunta do programa Ronda no Bairro.


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