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A química está presente em todo o nosso cotidiano: o acender de um fósforo, por exemplo, é resultado de diversas reações que resultam em uma chama, visível e utilizável. E foram estas situações corriqueiras e a ciência por trás delas que estudantes da rede pública demonstraram na sexta-feira (23/08), na Praça Heliodoro Balbi (Centro), para a população em geral.

Com o objetivo de divulgar as ciências da natureza e a química no cotidiano, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-AM) e o Conselho Regional de Química (CRQ 14ª) apresentaram mais de 15 experiências. As Coordenadorias Distritais de Educação (CDEs) foram representadas por 13 escolas públicas de Manaus.

Para o assessor da Coordenação de Educação Ambiental (CEA/Seduc-AM), Taylor Moraes, a atividade fora da sala de aula apresenta à sociedade como a Química é presente no dia a dia e a população não percebe. “Com esta ação, divulgamos os trabalhos significativos dos educadores e ainda comprovamos a importância da Ciência em nossa vida”, assinalou.

Ana Carolina Duarte, gerente de Relações Institucionais do CRQ 14ª, explicou que a ação faz parte do “Momento Q”, que teve início dia 21 e teve seu resultado com a exposição dos trabalhos do alunado, apresentados em praça pública. “A parceria com a Seduc-AM é também excelente para valorizar o trabalho dos professores e incentivar a formação de futuros profissionais na área”, ressaltou. 

“Sangue do diabo” – Uma das experiências apresentadas foi a da dupla da Escola Estadual Olga Falcone, Ana Tereza Arruda Pinheiro e Kassia Maria Costa Coelho. Orientadas pela professora Maria Alcivandra Farias Pantoja, as estudantes demonstraram como a mistura de três elementos dava origem a um líquido vermelho como “sangue”. Espalhado em uma camisa branca, porém, após algum tempo a coloração sumia naturalmente, graças à evaporação do álcool presente na mistura.

“Como fazer fogo sem fósforo” foi um dos projetos escolhidos pelos estudantes do Colégio Amazonense Dom Pedro II. Os alunos Beatriz Lima, Amilly Esther, Edinilson Santos, João Pedro Golvin e Erick Brasil realizaram o experimento, que acontece com apenas três elementos químicos.

Os estudantes – incentivados pela professora Laila Pedrosa – também apresentaram uma “Cachoeira de fumaça”: com uma garrafa PET e uma folha de papel A4, eles demonstraram como ficam os pulmões de um fumante ativo.


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