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O youtuber Felipe Neto se ofereceu para pagar os custos da educação da menina de 10 anos que engravidou após ser estuprada pelo tio – as violências ocorriam desde que ela tinha 6 anos.

Felipe Neto usou as redes sociais para indicar que ajudaria a menina e sua família.

“Não consigo parar de pensar na menina. Alguém da família, por favor, entre em contato pelo e-mail da minha biografia. Eu me disponho a arcar com todos os custos de educação dela até o fim da faculdade. Num mundo de injustiças e desigualdades, que ela possa receber a melhor arma possível”, disse ele.

Acusado de querer se promover com o caso, Felipe Neto respondeu: “Eu não tenho ideia de como contactar a família. Se tivesse, não twittaria. Preciso que eles entrem em contato”.

Outros famosos também se dispuseram para ajudar a menina, entre eles, o youtuber Whindersson Nunes. Ele garantiu que vai custear tratamento psicológico para a garota.

O youtuber Felipe Neto se ofereceu para pagar os custos da educação da menina de 10 anos que engravidou após ser estuprada pelo tio – as violências ocorriam desde que ela tinha 6 anos.

Felipe Neto usou as redes sociais para indicar que ajudaria a menina e sua família.

“Não consigo parar de pensar na menina. Alguém da família, por favor, entre em contato pelo e-mail da minha biografia. Eu me disponho a arcar com todos os custos de educação dela até o fim da faculdade. Num mundo de injustiças e desigualdades, que ela possa receber a melhor arma possível”, disse ele.

Acusado de querer se promover com o caso, Felipe Neto respondeu: “Eu não tenho ideia de como contactar a família. Se tivesse, não twittaria. Preciso que eles entrem em contato”.

Outros famosos também se dispuseram a ajudar a menina, entre eles, o youtuber Whindersson Nunes. Ele garantiu que vai custear tratamento psicológico para a garota.

Entenda o caso

O caso veio à tona no último dia 8 de agosto, quando a menina denunciou ser vítima de abuso pelo tio. Ela engravidou, mas médicos se negaram a realizar o aborto, fazendo com que a família entrasse na justiça.

No fim de semana, Sara Winter, membro do grupo 300 do Brasil, investigada no inquérito das Fake News, divulgou o endereço do hospital e mobilizou um grupo a tentar invadir a unidade de saúde.

O caso veio à tona no último dia 8 de agosto, quando a menina denunciou ser vítima de abuso pelo tio. Ela engravidou, mas médicos se negaram a realizar o aborto, fazendo com que a família entrasse na justiça.

No fim de semana, Sara Winter, membro do grupo 300 do Brasil, investigada no inquérito das Fake News, divulgou o endereço do hospital e mobilizou um grupo a tentar invadir a unidade de saúde. (Metrópoles)


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