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A Polícia Civil do Rio de Janeiro indiciou 14 pessoas pela agressão cometida contra a médica Ticyana D’azambuja, espancada por frequentadores de uma festa no Grajaú. As informações são do jornal O Globo.

O inquérito foi concluído nesta terça-feira (7/7), mais de um mês depois da violência, e a polícia analisou imagens de dezenas de câmeras de segurança e ouviu mais de 30 depoimentos. A reunião em meio à pandemia que ocasionou a agressão ficou conhecida como “Festa do Corona”.

Os envolvidos irão responder por infração sanitária preventiva, e a pena pode chegar a um ano de prisão. O proprietário da casa, Rafael Presta, e Rafael Pereira, que além de Ticyana agrediu um vizinho que tentou ajudá-la, foram indiciados por lesão corporal grave.

“Todos foram rapidamente identificados, então eu vejo que o trabalho da polícia foi muito bem feito e espero que isso realmente se reflita depois com a justiça sendo feita ao final do processo”, disse a médica em entrevista à TV Globo.

Relembre

Ticyana utilizou as redes sociais para contar que foi agredida, no dia 30 de maio, após reclamar de uma festa que acontecia na vizinhança, durante a pandemia do novo coronavírus.

Num ato que ela mesma definiu como “impensado”, ela foi à rua queixar-se com os proprietários do imóvel, pois teria plantão e precisava descansar. A médica quebrou o espelho retrovisor e trincou o para-brisa de um carro estacionado, depois de pedir para que a festa acabasse.

“Cinco marmanjos saíram e não estavam para conversa. Me jogaram no chão e me chutaram. Quando retornei à consciência, gritava por socorro”, relatou.

Ticyana teve o joelho esquerdo quebrado e as mãos pisoteadas.  (Metrópoles)


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