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Depois de abrir uma crise com estados e municípios ao sugerir que os gestores inflavam números de mortes na pandemia para receber mais recursos do governo federal, o empresário Carlos Wizard anunciou que está deixando a função de conselheiro informal da pasta.

“Informo que hoje (7/junho) deixo de atuar como Conselheiro do Ministério da Saúde, na condição pro bono”, disse há pouco.

“Além disso, recebi o convite para assumir a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos da pasta. Agradeço ao ministro Eduardo Pazuello pela confiança, porém decidi não aceitar para continuar me dedicando de forma solidária e independente aos trabalhos sociais que iniciei em 2018 em Roraima”, segue Wizard.

Carlos Martins, que no final de 2013 vendeu a rede de idiomas Wizard a uma multinacional, atualmente é sócio de outra escola de inglês, a Wise Up. Apesar de não ter nenhum vínculo com a Wizard há seis anos. Ele vinha atuando como conselheiro informal do núcleo militar do Planalto no governo, até ser destacado para a missão na Saúde.

Suas declarações sobre os números da pandemia, no entanto, atrapalharam sua jornada. Wizard virou alvo do bolsonarismo por ter chegado a se filiar ao PSDB para disputar a prefeitura de Campinas como aliado de João Doria. Sobre suas declarações em relação aos mortos na pandemia, ele se desculpou.

“Peço desculpas por qualquer ato ou declaração de minha autoria que tenha sido interpretada como desrespeito aos familiares das vítimas da Covid-19 ou profissionais de saúde que assumiram a nobre missão de salvar vidas”, segue o empresário. (Veja.com)


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