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O vendedor Rogério Cardoso de Almeida, de 32 anos, está à procura de quem colocou fogo no filho. O recém-nascido, que morreu após o parto e estava desaparecido, foi incinerado por engano. O episódio ocorreu em Aparecida de Goiânia (GO). As informações são do portal G1.

“Quero saber quem botou fogo no meu neném. A única coisa que eu mais quero disso é Justiça. Não vai trazer ele de volta, mas saber que quem fez vai está pagando. Que essa pessoa que fez isso deve ter filho também e deveria se pôr no nosso lugar”, lamentou Rogério.

O pai do menino se diz revoltado ainda com o impasse entre a Maternidade Marlene Teixeira, onde o filho nasceu, e a empresa responsável pela coleta do lixo hospitalar. De acordo com a Secretaria de Saúde, “a empresa cometeu um equívoco e levou o corpo para incineração”. A empresa, por sua vez, informou que “não viola o resíduo hospitalar recolhido dos clientes”.

Na noite desse domingo (27/10/2019), a Secretaria de Saúde disse que o “corpo do recém-nascido estava devidamente identificado, acondicionado em refrigeração e em um compartimento específico aguardando o recolhimento pela empresa funerária“.

“Você não saber onde está o corpo do seu filho, você não tem aonde ir para matar a saudade dele. Se tivesse o túmulozinho dele lá, eu poderia ir visitar quando desse saudade. Mas nem isso, nem corpo tem mais. A dor é grande”, desabafou Rogério.

A mãe da criança, Juliana Fernandes, 29, está em choque e toma uma série de medicamentos.


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