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Milhões, muitos milhões de reais saem do bolso do contribuinte para os bolsos de empresários contratados pelo governo do Amazonas para transportarem milhares de alunos do interior do estado para as suas respectivas escolas.

Os contratos são sempre muito generosos, à exemplo do empresário Francisco Luiz Dantas da Silva, que garantiu o monopólio do transporte escolar em 11 municípios por R$ 46 milhões.

Nada a se queixar, portanto, é claro.

Com um carro ou mais na garagem de suas confortáveis casas, usados para o transporte da garotada ao colégio, tais empresários usufruem de uma vida sem  dificuldade e de quebra não se constrangem em pagar “mensalinho” de R$ 20 mil a políticos.

Enquanto isso, no  interior do estado a meninada, como dizem no Purus, é transportada em batelões superlotado, sem cobertura e sem coletes de segurança.

Independentemente de chuvas ocasionais, seguidas quase sempre de fortes ventos, raios e trovões,  do rigor inclemente do sol, os riscos de acidente e pane nuca são descartados.

Nos transporte da comunidade do São Francisco da Mangueira para escola Nossa Senhora do Rosário, por exemplo, por muito pouco um grupo de alunos – crianças e adolescente de Juruá – não ficou à deriva devida a uma pane com a palheta do motor rabeta (ver vídeo).

Novidade? Nenhuma.

O incidente é corriqueiro, faz parte da rotina da estudantada do interior que, muitas vezes, sequer,conseguem chegar às escolas por algum tipo de problema no transporte.

E haja milhões, muitos milhões, pagos pelo contribuinte para um serviço de péssima qualidade.

Confira outro vídeo:


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