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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) anunciou a contratação da Gráfica Plural para imprimir o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano. Em 2009, a empresa teve a prova roubada. Com informações de Metrópoles.

Na época, o exame precisou ser cancelado. Um novo foi feito dois meses depois e, devido ao atraso, diversas universidades deixaram de usar a nota do Enem para ingresso nas instituições.

A impressão das provas custará R$ 63 milhões, segundo contrato assinado na última sexta-feira (31/7). O processo de licitação estava parado devido a questionamentos sobre os requisitos de segurança, após liminar do juiz da 14ª Vara do Distrito Federal Waldemar Cláudio de Carvalho. O magistrado decidiu que o contrato do Inep com a Plural só poderia ser assinado depois que a gráfica prestasse as informações necessárias.

O vazamento, na época, foi revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo. De acordo com o veículo, as pessoas que roubaram o exame tinham sido contratadas pelo consórcio que realizaria a prova e trabalhavam dentro da Plural. O caso foi investigado pela Polícia Federal (PF) e os suspeitos indiciados.

Até o ano passado, a gráfica responsável por imprimir as provas era a RR Donnelley, que decretou falência. O contrato então ficou com a Valid S.A, o terceiro lugar na lista das licitações.

O Enem deste ano será aplicado somente nos dias 17 e 24 de janeiro de 2021, devido à pandemia do novo coronavírus. A versão digital está marcada para os dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. Ao todo, 5,8 milhões de candidatos farão o exame.


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