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Com o mote “Obesidade infantil é coisa séria”, a nova campanha do Instituto Desiderata entra no ar a partir de quarta, 9 de setembro, destacando a obesidade infantil como uma questão de saúde pública. A campanha ganha site e, além das redes sociais, será veiculada em mídia impressa, em revistas e espaços segmentados. Semanalmente, a ação vai promover conteúdos que incentivam cuidados com a alimentação na infância e alertam para as taxas crescentes da condição entre crianças e adolescentes brasileiros.

A campanha tem criação da Repense e apoio de ACT, Instituto Alana, Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, IDEC e CREN.

A ação foi pensada para ajudar pais e responsáveis a entenderem os principais riscos e causas do excesso de peso e da obesidade em crianças e adolescentes, já que as escolhas alimentares são influenciadas por condições sociais, culturais, educacionais e de saúde. O aumento do consumo de ultraprocessados está entre as principais preocupações, pelos riscos de causar problemas na infância e, futuramente, na vida adulta, aumentando a probabilidade de outras doenças como diabetes e hipertensão, além das cardiovasculares e respiratórias.

Fundado há 17 anos, o Desiderata é uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) com uma história inovadora de atuação conjunta com gestores públicos e organizações. O Instituto desenvolve e implementa soluções relacionadas à prevenção, ao diagnóstico e ao cuidado da saúde de crianças e adolescentes.

De acordo com o Desiderata, que em 2019 lançou a primeira edição do Panorama da Obesidade Infantil, o aumento das taxas de obesidade nos últimos anos coincide com a mudança de hábitos da população, que passou a consumir mais alimentos ultraprocessados e bebidas açucaradas. Atualmente, a doença já atinge 124 milhões de crianças e adolescentes em todo o mundo. Segundo dados do Ministério da Saúde, só no Brasil, uma a cada três crianças, com idade de 5 a 9 anos atendidas pelo SUS, está acima do peso saudável. Se a realidade não mudar, o país caminha para se tornar, em dez anos, o quinto em número de crianças afetadas pela obesidade.


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