ARTE/METRÓPOLES
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A intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro acabou efetivamente em 31 de dezembro de 2018 — um ano e sete meses atrás. Contudo, o governo custeia as “atividades” de 25 militares e de cinco servidores comissionados no gabinete instituído para esse fim, que se tornou ocioso. À época do lançamento, o orçamento total para a empreitada foi de R$ 1,2 bilhão.

Inicialmente, o grupo seria extinto em meados de 2019. A data foi postergada para junho. Depois, para 31 de março deste ano. Agora, a nova previsão é 1º de dezembro. Os valores do custeio do órgão ultrapassam a casa de R$ 500 mil mensais.

O gabinete de intervenção federal foi criado em 2018 pelo então presidente Michel Temer (MDB), durante severa crise na segurança pública fluminense. Atualmente, está ligado à Casa Civil. Um parêntese: o interventor federal, general Braga Netto, hoje é ministro-chefe da pasta.

Para se ter uma dimensão de como os prazos para extinguir o grupo estão atrasados, resta ainda para 2020 a entrega de três helicópteros para órgãos da segurança pública fluminense.

Inicialmente, o grupo seria extinto em meados de 2019. A data foi postergada para junho. Depois, para 31 de março deste ano. Agora, a nova previsão é 1º de dezembro. Os valores do custeio do órgão ultrapassam a casa de R$ 500 mil mensais.

O gabinete de intervenção federal foi criado em 2018 pelo então presidente Michel Temer (MDB), durante severa crise na segurança pública fluminense. Atualmente, está ligado à Casa Civil. Um parêntese: o interventor federal, general Braga Netto, hoje é ministro-chefe da pasta.

Para se ter uma dimensão de como os prazos para extinguir o grupo estão atrasados, resta ainda para 2020 a entrega de três helicópteros para órgãos da segurança pública fluminense. As informações são de Metrópoles.


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