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Veja – Aviões israelenses atacaram a Faixa de Gaza nesta quarta-feira, 11, em retaliação ao disparo de foguetes do território palestino contra Israel na noite anterior. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, realizava um comício eleitoral na terça-feira quando as sirenes de alerta soaram. Ele foi forçado pelos seguranças a deixar o palanque e a recolher-se em um abrigo.

Netanyahu estava em Ashdod, sul de Israel, quando os alertas foram acionados em Ashkelon, a 21 quilômetros de distância. Ele discursava em favor de seu partido, o Likud, nas eleições de 17 de setembro. Havia acabado de reiterar sua promessa de anexar parte da Cisjordânia ocupada, se for reconduzido ao cargo. Não houve reivindicação do lançamento de mísseis.

Apesar de o Exército ter confirmado que o sistema de defesa conhecido como Domo de Ferro tenha interceptado o ataque, as imagens do primeiro-ministro sendo forçado a sair do palanque aumentaram as acusações de opositores políticos de que ele não fez o suficiente para deter os frequentes ataques de foguetes contra o sul de Israel.

Como resposta ao lançamento dos foguetes, o Exército israelense atacou a Faixa de Gaza nesta quarta-feira atingindo 15 “alvos terroristas” do Hamas, incluindo uma fábrica de armas e túneis utilizados pelos militantes, segundo o balanço realizado pelas Forças de Defesa do país.


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