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O deputado Pastor Marco Feliciano (Podemos-SP), disse nesta quinta-feira (30) que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) já escolheu o seu futuro companheiro de chapa na disputa à reeleição. De acordo com Feliciano, Bolsonaro definiu que Sergio Moro deve ser seu vice. O deputado também afirmou que mantém contato diário com o presidente pela internet.

Feliciano foi entrevistado nesta tarde pelo programa Pânico, na Rádio Jovem Pan. A menção a Moro ocorreu quando o deputado foi questionado sobre os rumores de que gostaria de ser vice de Bolsonaro e que se filiará ao Aliança pelo Brasil, futuro partido do presidente.

“Mas o vice-presidente para 2022 já tem nome: Sergio Moro”. O deputado afirmou que o próprio presidente já disse isso. “Estou falando do que o meu presidente disse à imprensa”. No entanto, ele não disse quando nem em qual veículo Bolsonaro fez o comentário.

O deputado ainda comentou que a sua filiação ao Aliança pelo Brasil  não está firmada.“Eu estou sem partido ainda. Oito partidos já me procuraram e querem que eu me filie a eles. Eu não sentei com o presidente ainda. Já tem 40 dias que eu não estou pessoalmente com o presidente, a gente se fala todo dia pela internet, pelo Whatsapp. Eu vou estar pessoalmente com ele terça-feira, inclusive para perguntar sobre isso, saber o que ele pensa”, finalizou.

No início deste mês, o  diretório estadual do Podemos em São Paulo, decidiu expulsar Feliciano do partido. Na ocasião, o deputado federal Marco Feliciano disse que iria aceitar a decisão se o motivo da sua saída for a proximidade com o presidente Jair Bolsonaro. Ele também afirmou que ser expulso do partido por conta da relação com Bolsonaro chega a ser motivo de orgulho.

Em entrevista no programa Roda Viva deste mês, Moro alegou que, como auxiliar de Bolsonaro, deve seguir os planos do atual presidente em 2022.

“O candidato do governo federal [em 2022], como já foi indicado pelo presidente Jair Bolsonaro, deve ser ele mesmo se ele não mudar de ideia. Então… Eu sou ministro do governo de Jair Bolsonaro. Evidentemente os ministros vão apoiar o presidente. É um caminho natural”, ponderou. Ele também disse que seu objetivo atual é fazer um bom trabalho como ministro e afirmou que os planos para o futuro não estão definidos, tanto que podem até acabar com um ano sabático ou a com a inserção na iniciativa privada. (Congresso em Foco)


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