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A deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP), descartou neste domingo (12/7) uma aproximação do partido com o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A parlamentar deixou de ser aliada do chefe do Executivo quando foi retirada do posto de líder do governo no Congresso Nacional.

“O PSL não está à venda e não participará do tomá-la-da-cá do governo”, escreveu Joice no Twitter. “O partido foi atacado por Bolsonaro e sua tropa maligna porque não se deixou ser literalmente tomado de assalto por um homem que pensa que pode tudo”, completou.

Segundo a deputada, a sigla não se vendeu, porque “optou por defender o Brasil”. “Ao não se entregar nas mãos de um presidente que virou o maior estelionato eleitoral da história, o PSL e seus representantes mais fiéis, aqueles que não negociam sua honra, não se vendem por um cargo e 10 milhões de emendas, foram (e ainda são) atacados, caluniados, perseguidos”, afirmou.

Nas redes sociais, Joice atacou ainda a aliança feita por Bolsonaro com o Centrão que, segundo a deputada, sempre teve um preço “caríssimo” e “sempre terá”. “O mesmo centrão do mensalão, do petrolão, aquele que odeia a Lava Jato, mas não conseguirá o mesmo com o PSL. Nosso partido é independente e assim continuará”.

A parlamentar ainda criticou o presidente da República ao dizer que ele já entendeu “sua estupidez” ao tentar “primeiro saquear e, sem sucesso, depois destruir o PSL”. “Ele até pode estar arrependido porque o PSL estava ao seu lado de graça, já o Centrão custa caro, muito caro”. (Metrópoles)


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