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O deputado federal José Ricardo (PT/AM), manifestou-se na sexta-feira, 10, sobre a carta de um grupo de presidentes de grandes empresas nacionais e internacionais, entregue ao vice-presidente Hamilton Mourão, pedindo o combate “inflexível e abrangente” ao desmatamento ilegal na Amazônia.

De acordo com o deputado petista, o governo Bolsonaro não alinhavou qualquer política voltada para cuidar dos interesses da Amazônia e, sobretudo, de sua preservação.

Conforme observou José Ricardo, o governo Bolsonaro tem estimulado fortemente atividades ilegais na região a partir do enfraquecimento deliberado de suas as estruturas de fiscalização ambiental.

“O aumento das queimadas e o desmatamento extraordinário na Amazônia é inegável e nunca visto antes. Graças à política incendiária do atual governo, os prejuízos provados são incalculáveis para a região”.

José Ricardo declarou, também, que o Conselho da Amazônia, comandado pelo vice-presidente Hamilton Mourão, assim como a Secretaria da Amazônia que, segundo ele, é a favor de interesses que contribuem para o desmatamento.

“Isso tudo cria graves impactos ambientais e sociais para população”, acredita. O governo não propôs nada para Amazônia e seu desenvolvimento. Não cuidou dos problemas relacionados ao saneamento, à habitação e, principalmente, não proporcionou atividades econômicas que não gerassem impactos ambientais”, comenta.

A preservação da Amazônia, de acordo com o parlamentar,  torna-se ainda mais vulnerável às motosserras em ação e ao fogo a bom destruir, com a relutância do governo de aceitar os investimentos internacionais para preservação e proteção  da região.

“Bolsonaro e Mourão têm negado aos povos originários, aos povos indígenas e ribeirinhos ajuda nesse período difícil de pandemia. Bolsonaro vetou uma série de artigos da lei que tratam do amparo aos povos indígenas nesse momento de pandemia”.


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