Givancir de Oliveira (de vermelho), é acusado de homicídio e tentativa de matar Bruno e tentar contra a vida de Thelssy
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O juiz Carlos Henrique Jardim da Silva, da 2ª Vara de Iranduba, revogou na noite de segunda-feira (8) a prisão preventiva do presidente afastado do Sindicato dos Rodoviários, Givancir de Oliveira, é acusado de matar a tiros Bruno Freitas Guimarães, 23 e tentar assassinar Delisson dos Santos Freitas, 23 anos, conhecido como “Thelssy” crime ocorrido no município de Iranduba, interior do Amazonas, na tarde do dia 29 de fevereiro deste ano.

Ainda em sua decisão, o magistrados determinou a proibição do sindicalista de ausentar-se do país e da comarca, devendo também entregar o passaporte, acaso possua, no prazo de 24 horas.

Givancir Oliveira, por determinação do juiz Carlos Jardim, será ainda monitorado por tornozeleira eletrônica, sendo autorizado a se locomover exclusivamente de sua residência ao trabalho.

Entenda o Caso

Givancir de Oliveira, é acusado de matar a tiros Bruno Freitas Guimarães, 23 e tentar assassinar Delisson dos Santos Freitas, 23 anos, conhecido como “Thelssy” crime ocorrido no município de Iranduba, interior do Amazonas, na tarde do dia 29 de fevereiro deste ano.

De acordo com a testemunha, eles estavam em uma motocicleta Honda, quando um veículo bateu na traseira da moto, o piloto (Bruno) perdeu o controle e os dois caíram.

“Ele bateu na traseira da moto, aí meu primo perdeu o controle e fomos pro chão. Aí ele saiu do carro e disse para eu dar meu celular para ele, mas eu joguei ele no meio do mato. Aí ele atirou primeiro no muro e apontou a arma pro meu primo. Aí eu segurei na arma dele e puxei a blusa da cara dele. Aí eu falei para Givancir! Não atira no meu primo. Aí eu fiquei na frente dele”, teria relatado a vítima a polícia, informando ainda que outras três pessoas saíram do carro e dispararam contra Bruno, que estava caído no chão.

A testemunha afirma que na tarde do crime, acompanhado de Bruno Guimarães, foi à casa de Givancir de Oliveira, onde trabalhou, para receber cerca de R$ 400 reais.

De acordo com Thelssy, depois de receber uma mensagem, foi a casa do ex-patrão para receber. Ao chegar em frente a residência buzinou e um funcionário de Givancir, identificado por “Bindá” abriu o portão e lhe passou a importância de R$ 150,00. O ex-funcionário disse que questionou Bindá, afirmando que era R$ 400 a dívida e não R$ 150,00.

Ao montar na garupa da moto, pilotada por Bruno Guimarães, disse que iria procurar a Justiça para receber seus direitos. Quando trafegavam rumo a comunidade São Sebastião, onde a mãe dela mora, ocorreu o crime.

Decisão

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