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Luiza Trajano, do Magazine Luiza, se mostra contrária às demissões em massa e pede cautela aos empresários neste momento de epidemia de coronavírus. Ela cobra celeridade do governo federal na aprovação de medidas para minimizar o impacto a crise. “Peço calma a todos até sabermos o pacote do governo”, diz ela a VEJA. Luiza nega fazer parte de uma frente de empresários, liderada por Flavio Rocha, da Riachuelo, que teria pedido ao governo federal a reabertura imediata do comércio varejista sob risco de ocorrer 600.000 emissões.

A senhora é a favor da manutenção dos empregos neste momento? Sou totalmente a favor da manutenção dos empregos. O Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) está trabalhando intensamente junto ao governo para criar alternativas para evitar demissões. Já existem várias boas propostas e outras virão. Tenho dito a todos os meus companheiros varejistas que, neste momento, evitem demitir. A maioria dos benefícios será atrelada à não demissão. Também estamos atentos às medidas para que as micro e pequenas empresas consigam atravessar esse período.

Foi falado que a senhora lideraria uma cruzada de empresários pedindo a abertura do comércio o quanto antes. É verdade? Não, é totalmente falsa essa informação. Estamos pedindo aos técnicos uma previsibilidade para dar tranquilidade aos órgãos envolvidos. Isso tira a especulação e ajuda a acalmar os ânimos, passando informações oficiais sobre condições de abertura por regiões, após garantias de saúde de todos. Não adianta abrir as lojas na pressão, pois não existirão clientes com confiança para frequentá-las. Somos a favor da previsibilidade técnica com confiança.

Qual medida a senhora espera dos empresários? E do governo? União dos governos e empresários. Já estamos participando da discussão de várias medidas para beneficiar a todos. O pânico, muitas vezes, impede as pessoas de verem o que está sendo feito. Muito dinheiro será injetado na economia, várias medidas muito positivas já foram tomadas e outras serão aperfeiçoadas. É hora de calma, união e cooperação de todos. (veja.com)


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