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A Marinha investiga o aparecimento de manchas de óleo na praia do Atalaia, em Salinópolis, no nordeste do Pará. Por enquanto, não há informações se o produto é o mesmo que atinge a costa do Nordeste.

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente coletou 50 ml de óleo. A pasta trabalha com a possibilidade de o material ter vazado de uma pequena embarcação.

O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), disse que o governo está monitorando a área desde sábado (02/11/2019). “Até o momento, não há qualquer vínculo com o ocorrido em outros pontos da costa brasileira”, escreveu no Twitter.

O óleo continua sendo analisado pela Marinha. “Não se pode afirmar que o material encontrado tem qualquer relação com as ocorrências do litoral do Nordeste”, afirmou, em comunicado.

O Comando do 4º Distrito Naval disse que foi informado por técnicos do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio) sobre as manchas.

Uma equipe da Capitania dos Portos da Amazônia foi enviada ao local para coletar amostras e ampliar as informações levantadas para enviar ao Grupo de Avaliação e Acompanhamento (GAA), formado pela Marinha, Agência Nacional de Petróleo (ANP) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Situação no Nordeste
Mais de 280 pontos da costa litorânea do Nordeste foram afetadas pelo vazamento de óleo cru de petróleo. As primeiras manchas apareceram há dois meses. Segundo o governo brasileiro, o óleo é venezuelano e o responsável pelo derramamento ocorreu a partir de uma navio grego. A empresa responsável pela embarcação nega. (Com Metrópoles)


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