Foto - Divulgação Polícia Federal
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A Polícia Federal cumpre 422 mandados de prisão em operação contra a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) na manhã desta segunda-feira. O objetivo é de investigar o tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro praticados em todo o território nacional.

De acordo com as investigações, 210 pessoas detidas em presídios federais recebiam auxílio mensal por terem alcançado cargos de alto escalão dentro da facção.

Para garantir o recebimento do auxílio, os integrantes do grupo indicavam contas de terceiros não pertencentes à facção para que os valores, oriundos de atividades criminosas, ficassem ocultos e supostamente fora do alcance do sistema de justiça criminal.

A operação, denominada de Caixa Forte, envolve cerca de 1.100 policiais federais, que cumprem 623 ordens judiciais (íntegra –295KB). Destes, 422 são mandados de prisão preventiva e 201 são mandados de busca e apreensão, em 19 Estados e no Distrito Federal. Dos mandados de prisão, 173 foram para alvos que já estavam presos.

Os presos são investigados pelos crimes de participação em organização criminosa, associação para o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, cujas penas cominadas podem chegar a 28 anos de prisão.

A Justiça Federal também determinou, a pedido da PF, o bloqueio de até R$ 252 milhões. Todos os mandados foram expedidos pela 2ª Vara de Tóxicos de Belo Horizonte (MG).

Eis as instituições que integram a operação Caixa Forte:

  • PF (Polícia Federal)
  • Ficco (Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Minas Gerais);
  • Polícia Civil de Minas Gerais;
  • PRF (Polícia Rodoviária Federal);
  • Depen-MG (Departamento Penitenciário Nacional de Minas Gerais);
  • Depen (Departamento Penitenciário Nacional).


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