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“Meu filho é doente, mas ele não é um assassino, ele não matou ninguém”, disse a primeira-dama do município de Manaus, Elizabeth Valeiko Ribeiro, ao falar da morte do engenheiro civil Flávio Rodrigues dos Santos, 42, ocorrida no domingo, 29, depois de ele participar de uma festa na casa do filho dela, Alejandro Molina Valeiko, em um condomínio de luxo no bairro Ponta Negra. O pronunciamento ocorreu durante uma coletiva de imprensa junto ao prefeito Arthur Virgílio, na tarde desta quarta-feira (2), no Centro Cultural Palácio Rio Branco, na Avenida Sete de Setembro.

Elisabeth Valeiko afirmou que está sofrendo muito, principalmente com as insinuações de parte da mídia, que tenta incriminar o filho dela. Segundo ela, esses veículos fazem isso para atingir o marido dela, o prefeito Arthur Virgílio Neto.

A primeira-dama defendeu o posicionamento do marido nas redes sociais e falou como encontrou o filho na noite do incidente.

“Meu marido, que hoje é prefeito, fez papel de marido. Foi muito justo o que ele fez. E as pessoas julgam, falando o que o Arthur tem haver com a doença do meu filho, ele é uma pessoa que tem sentimentos. Uma pessoa que tem feito o trabalho dele nessa cidade, uma gestão maravilhosa. Talvez esse seja o erro dele”, disse emocionada a primeira-dama.

“O Alejandro é tão vítima quanto o Flávio, quanto o Junior, quanto o Magno. Assim como vocês eu estou aguardando, porque preciso entender o que aconteceu naquela noite. Eu sou muito solidária com a mãe do Flávio, porque eu sou igualzinha à mãe do Flávio, igual à mãe do Júnior e igual à mãe do Magno. Eu falo com um pouco de dificuldade, porque não sei quem são os meninos”, declarou, informando que encontrou seu filho sangrando da coronhada que levou na cabeça.

De acordo com a primeira-dama a roupa de seu filho estava toda ensangüentada. “Ele sem entender o que estava acontecendo, porque quem usa droga não tem noção de nada. ele me perguntou: mãe o que esta acontecendo, está tudo bem? Ele nem sabia o que estava acontecendo com ele”, acrescentou.

“O Júnior estava lá e o que eu falei foi o que o Júnior falou: foram para uma rave, usaram droga. Foram para casa do meu filho. Parem para pensar: se foram para a casa do meu filho, são amigos. Lá continuaram a usar drogas e ali nem eu sei o que aconteceu de fato”, informou, acrescentando que vai aguardar as investigações.

Elizabeth disse que o delegado tem sido uma pessoa extremamente séria, serena e muito correta ao passar as informações. “Nós não podemos agora, nesse momento ficar tirando suposições. Isso agora, esse peso todo vem, porque é meu filho e eu sou esposa do Arthur. É muito simples”.

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