Empresa de táxi aéreo na Amazônia tem sócio investigado pela PF (Bruno Kelly/Reuters)
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O Ministério da Saúde, sob gestão de Eduardo Pazuello, contratou por R$ 24,3 milhões uma empresa que fornece aeronaves para o transporte de profissionais de saúde. O sócio, no entanto, é suspeito de ceder aeronaves ao garimpo ilegal em terra indígena ianomâmi.

Uma das aeronaves da empresa chegou a ser fotografada pelos indígenas em suas terras e as imagens foram enviadas à Polícia Federal. Com isso, a Justiça Federal decretou a busca e apreensão da aeronave, que leva o logo da Icaraí Turismo Táxi Aéreo.

Além disso, de acordo com reportagem do jornal O Globo, a empresa está proibida de operar voos desde o último dia 17, por decisão da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

O órgão diz que a empresa “não demonstrou possuir controle sobre a qualificação de seus tripulantes, permitindo que estes tripulem aeronaves sem estarem aptos”. A Icaraí, no entanto, continuou transportando indígenas e profissionais de saúde, em missões vinculadas ao Ministério da Saúde.


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